Friday, December 16, 2016

PORQUE ANDAS A CHUTAR PARA O LADO, PP? (2)


Pacheco Pereira continua a fingir que não anda neste mundo político português há décadas e que, sendo ou passando por impoluto e só ter lidado com gente impoluta, agora na "quadratura" pergunta muito espantado como é que "tudo isto acontece e ninguém dá por nada?"
Pois é Pacheco. Também tu que lidaste de perto, muito perto até, com a escola cavaquista e uma fartura de alunos dessa escola e, mais precisamente, foste colaborador próximo de duarte lima na AR e no partido, nunca viste nada, não deste por nada, não topaste nada, não olfataste nada, não sentiste nada e viveste regalado como segunda e primeira figura do cavaquismo na AR e depois na "europa" com o teu amigo poeta e tradutor da treta.
Por sinal esse teu amigo poeta, escritor, tradutor, conferencista e cronista que foi o maior caça-tachos e parasita-mor do reino. Parasita porque foi tudo isso enquanto era pago pelos parlamentos de cá ou europeu onde nunca produziu uma nota de que a gente se lembre. Os compadres partidários ainda lhe deram um prémio de milhares por traduzir épicos clássicos mantendo martelada à força a rima para parecer ao pagode ser um igual a eles: uma cagada.
Tudo isso passou mesmo por baixo dos teus olhos junto à tua barba e aparência de cientista da história e da política e tu não deste por nada.
Assim como no BPN, sob o teu olhar e olfacto apurado (quando queres), então, passava-se tudo no melhor do mundo dos "impolutos" e tu vivias e convivias nesse meio como peixe na água. Água limpinha, limpinha pois nunca nela viste a mais pequena nódoa ou mancha de sombra de mãozinha sorrateira de luvas.
Foi tudo sempre bacteriologicamnte puro até ontem à noite na "quadratura". E ontem à noite eram referidos apenas os teus desconhecidos afastados. 
Bem, sempre não, houve um gajo de que Pacheco ouviu  cassetes de "escutas" tratadas para serem "prova" de atentado político e que pelo "tom" ele "viu" e ficou logo convicto tratar-se dum bandido que queria assaltar o Estado de Direito.

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