Tuesday, July 18, 2017

CTL, 36º ANIVERSÁRIO

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Wednesday, July 12, 2017

PACHECO PEREIRA: O MEDINA CARREIRA SOFISTICADO


«A realidade está sempre mais próxima do que corre mal do que corre bem.»
                                                                                                            
                                                                             Pacheco Pereira

Se o que pode correr mal ou correr bem é uma realidade a concretizar-se no futuro, próximo ou longínquo mas sempre totalmente desconhecido e imprevisível, algo de todo indefinido e indeterminado em que se baseia PP para afirmar que a realidade a advir, o futuro portanto, está mais do lado do que corre mal?
Fez algum estudo sociológico adequado ou é uma fézada da sua fértil imaginação para insinuar que o optimismo de Costa e Marcelo estão destinados a correr mal? Ou será um oportunista Pacheco, de forma sofisticada, a imitar Medina Carreira nas suas charlatanices idiotas e imutáveis profecias da desgraça?
Sendo Pacheco um sujeito com muita leitura e estudo sócio-histórico-filosófico deveria ter seguido um método racional para tirar aquela conclusão e não usar de imaginação inventiva e daí enveredar pela sofística retórica para fazer política opotunística.
  
Se, segundo Pacheco, a realidade futura, ainda desconhecida, está SEMPRE mais próxima do que corre mal como explicar e entender a realidade histórica da evolução da civilização humana numa linha de altos e baixos mas sempre no sentido do progresso e não ao contrário, no sentido do retrocesso?
O pensamento racional lógico remeteria Pacheco para uma dedução contrária à que tomou. Mas Pacheco usou um pensamento pensadamente oportunista como é quase um seu tique profissional de opinador dos media. Como provado à saciedade no seu entusiástico e longo  colaboracionismo altamente oportunista de apoiante e educador de Cavaco e, pior, do miserável cavaquismo de Duarte Lima, Dias Loureiro, Oliveira Costa, Durão Barroso e seus bandos da pior escumalha corrupta que houve até hoje no Portugal pós Democracia.
Pacheco, tal como Passos não é igual aos outros, é pior.

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Thursday, July 06, 2017

ZÉ EDUARDO, O EXÍMIO JAZZ


Já se passaram mais de três anos que o exímio jazzista Zé Eduardo vive connosco integrado nesta comunidade dos Gorjões. 
Um dos melhores contrabaixistas do país e do mundo é, sobretudo, um estudioso educador e divulgador do jazz quer nacional quer internacional. Fundador da Escola de Jazz do Hot Clube de Lisboa foi, depois, director de uma importante escola de Jazz em Barcelona durante dez anos. 
De Barcelona veio instalar-se em Faro onde outra vez, dado o gosto genuíno pelo ensino e divulgação da sua música preferida acima de todas e de tudo, desenvolveu um projecto de ensino do jazz entre uma colónia de estranjeiros vivendo no Sotavento algarvio. Aos jovens filhos dessa colónia de gente de várias nacionalidades incutiu o gosto pelo jazz e fez de vários deles jazzistas, actualmente, a actuar nos seus países originais e pelo mundo.
Nos Gorjões tem o seu espaço para o estudo e criação própria além de continuar o ensino e aperfeiçoamento de muitos profissionas algavios desta música.
Mas o seu contacto internacional mantem-se intenso através de ligações com Macau e Hong Kong onde se desloca todos os anos e mantem uma turma de jovens alunos. Actualmente pratica a sua acção didática com esta escola no extremo oriente através de video conferência.
Em boa hora ele descobriu este local de tranquilidade adequada e em boa hora esta gente simples e respeitosa o recebeu e trata como já pertencendo à terra de nascensa.

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Tuesday, June 27, 2017

COMENTÁRIO A UM "ANTICAPITALISTA" MILITANTE.



Caro Anticapitalista,
Uma vez que me cita no seu comentário comentando-me quase de modo a fazer-me um repto a comentá-lo vou ser-lhe franco no meu ponto de vista que não está, em quase nada, de acordo consigo.
Eu não vejo nem analiso a História nem leio a Sociedade apenas através das suas barbaridades, das suas injustiças, das suas atrocidades, dos seus horrores: isto é através dos seus dejectos. Porque uma análise feita apenas desse lado não só é totalmente redutora como é uma total falsidade desde logo porque a História da Civilização demonstra que esta tem progredido num sentido para uma civilização sempre melhor que a anterior. Se a história da civilização fosse constituída e construída apenas pelos seus dejectos caminharia sempre para pior e não ao contrário.
Marx, apesar de cometer erros enormes de apreciação política no seu “sistema utópico”, percebeu a grande marcha humana como uma dialética histórica que depois resumiu como sendo uma luta de classes.
O meu caro pensa o mundo dividido entre bem e mal. Assim tem à mão uma solução pronto a usar para resolver os males do mundo: aniquila-se o mal e pronto, fica só o bem à face da terra. Todas as utopias que houveram, perante as dificuldades em impor à comunidade existente, conforme ao estádio de desenvolvimento do tempo, lançaram mãos, mais ou menos, do extermínio dos que consideravam portadores do mal. Foram tudo catástrofes sociais que, após atrocidades iguais ás citadas por si, destruíram a utopia e engoliram os utopistas.
O Homem-indivíduo é o grande portador e actor do mal e do bem conforme ao seu desígnio existencial de liberdade. Tudo que lhe coarcte a macha do seu desejo genético por mais liberdade sempre ele opor-se-á como pode: o ser do humano tende para uma finalidade de libertário e não comunitário. Toda a sociedade organizada para sobreviver tem de garantir sempre alguns graus de liberdade à existência, caso contrário, sucumbe ou morre de podre.

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Sunday, June 25, 2017

MARCHAS QUARTEIRA 2017

Thursday, June 22, 2017

QUARTEIRA SENTIDA NO DIA 22.06.2017



Quarteira bela pequena piscatória
à pressa feita vila cidade
pelo turismo e modernidade
 já não tens de ti memória
 sonhos saudade tradição identidade

Mal tratada tornaste-te mal-quista
entalada entre turismos chiques
como sopeira de borgonhas e henriques
 então de cabeça foste à conquista
de povo luso e tomaste-lhe os tiques

Mas reminiscências de feitos antigos
e fé de Mãe Soberana
devolveram-te a velha alma humana 
que a remos rasgava mares e perigos:
assim farás erguendo tua cidade ufana.

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Friday, June 16, 2017

NO ALTO E CAFÉ 'ZÉ DA GRAÇA' 1995 1997