sexta-feira, outubro 19, 2018

COMO SE FORA UM BANDALHO

daniel2 
Este senhor saltitão partidário e comentador diário da opinião escrita e falada do país escreveu ontem, no "Expresso Diário" onde é "pensionista" do  Ti' Balsemão, em defesa do amigo Galamba recém-nomeado Secretário de Estado que Vasco Pulido Valente, a certa altura, lançara "uma fatwa" contra o amigo chamando-lhe de “abominável Galamba”.
Pois este mesmo inqualificável opinador tudólogo no mesmo "Expresso Diário" do dia 11 passado-recente teve a ideia pulha, como se fora um bandalho, de informar os portugueses que:
"Bastaria acontecerem duas coisas (em Portugal) para tudo descambar: o início de uma nova crise económica, com origem na Europa, e José Sócrates ser absolvido por falta de provas ou a acusação estar mal preparada" para imediatamente estarem reunidas as condições para a existência de um Jair Bolsonaro em Portugal.
E segundo a mui douta e expedita opinião do coiso o André Ventura estaria bem posicionado para ser o Bolsonaro português pois até tinha a "vantagem de ter sido caucionado por um primeiro-ministro e um dos principais partidos portugueses". 
O que este subversivo originalíssimo "juiz" Oliveira faz é mil vezes pior do que tem feito o insuportável juiz real Alexandre, saloio de Mação. Este rebusca em todos os recantos e esconderijos da imaginação e escrevinha toneladas de papel para inventar ou descobrir "ligações" e "insinuações" que simulem e substituam, junto do pagode, a total falta de provas necessárias para condenar num julgamento justo.
Implacável, o auto-promovido juiz Oliveira vem advertir o juiz real do processo e informar os portugueses que Sócrates, com provas ou sem provas, tem de ser condenado caso contrário temos a "tempestade perfeita" que nos trará de volta a cavalgadura ditaturial montada por um qualquer André Bolsonaro.
Ao imitar o Vasco P. Valente lançando a sua própria fatwa sobre Sócrates a ideia que Oliveira tem da Democracia é que o Estado de Direito é uma bandalheira.

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