Friday, June 03, 2011

ELEIÇÕES E VOTO


Domingo, dia 5 é dia de eleições e de votar. Todos devem exercer o direito que lhes foi concedido pela Democracia reimplantada em Abril de 1974.
Quem diz que não vale a pena ou não adianta votar porque são todos o mesmo e portanto o voto não muda nada, estão enganados, enganam-se a sí próprio e enganam os outros. Basta fazer uma retrospectiva desde que temos Democracia para constatar como hoje o país é diferente para melhor e que isso se deve precisamente à existência de partidos, de correntes de opinião diversas que são expressas através do voto que, por sua vez, impõe mudanças de governos quando o povo entende que o anterior já não serve.
É do conflito de opiniões que pode prevalecer a melhor solução para resolver problemas. E o voto em quem confiamos e partilhamos a mesma opinião, é o contributo para uma solução que vá ao encontro da nossa opinião e pensamos como o melhor.
Nunca faltei ou falhei uma votação desde Abril de 74. E sempre pautei a cruz no meu voto tendo como fundamento essencial: a Liberdade. Esta é a pedra de toque: estive no célebre comício da Alameda em Lisboa que virou o PREC rumo à Democracia, no qual senti ao vivo o valor inegociável e inalienável que é sermos livres de pensar e dizer o que pensamos sem medos. O PS motor e máquina da luta que arvorou e hasteou a bandeira da liberdade nessa data, ganhou o meu dever de reconhecimento pelo voto.
Hoje, continuo a pensar que o PS continua como partido central na intransigente garantia de velar pelas liberdades democráticas. Para além disso é o partido que, sob regras intransigentes de liberdade, melhor e mais luta ideologicamente e na prática por dar e efectivar a igualdade de oportunidades a todos.
E neste momento, de ataque cerrado do financismo universal, desenfreado sem peias, aos países débeis que tentavam com dinheiro barato promover um desenvolvimento acelerado e mudança para modelo produtivo mais avançado, creio que só o PM que temos nos salvou de um trambolhão muito pior e perigoso.
Face à alternativa possível, que considero pessoa sem grande rasgo ou qualidades, tão necessárias para enfrentar a actual crise cujo desenvolvimento ainda vai no adro, considero que a pessoa mais competente para continuar a lidar com o actual mau estado do Estado continua sendo o actual PM.
Por tudo o exposto atrás o meu voto continua fiel ao PS e à sua teimosia em proporcionar aos portugueses o sonho de uma conciliação programática entre Liberdade e Estado Social.

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