Saturday, February 16, 2013

ANDA PACHECO, MATA MATA!


Anda pacheco alevanta a mente afia a caneta
solta a língua o papel o microfone arrasa
sem dó agentes da asfixia puxa da marreta
malha nos bandidos como no ferro em brasa
forte e feio denuncia bufa a canalha xuxeta
da asfixia que cala a plasticada bocassa
xarifa mmg e tu e tu e escritores vates
os gatos os cães os papagaios os grilos
os mudos tudo que avistas não pupilos
do grande censor 'socrátes'
como diz o hilário e hilários imitadores
de doutores historiadores opinadores
como tu pacheco de grandes tomates
contra o grande censor 'socrátes'  
como diz hilário hilários conformes a elites
cavacas pachecas manelas marcelas putedo
mui vertical e mui vera verdade que geme
sob asfixia claustrofobia e outras socratites
faraónicas catastróficas que metem medo
medo medo ao monstro laranjal de apetite
devorador que na cavaca escola grassa
(como se fôra de natureza de seu géne)
meter forte e feio a mão na massa
à grande nos potes do bcp do bpp do bpn.

Afina pacheco toca certo segue a partitura
tocada pela tua orquestra 'verdade'
certa certificada purificada sem mistura
contraponto da socrática falsidade maldade
ferocidade agora dizes igual à actualidade
actual repetes e repetes tu na quadratura
sem parar sem pensar sem desculpa sem
vergonha metes tudo no mesmo saco pois
fora tu todos são o mesmo mesmos bois
frente ao palácio do pastel de belém
morada oracular onde traficas como pítia
sacerdotisa arauto trombeta de escutas
socráticas falsificações filhas da puta e putas
parlamentares unidas na ideia fixa e pífia
filha da mediocridade contra a modernidade
da luta passado-futuro velho-novo
sempre latente activa no choco do ovo
libertário contra-revolucionário reaccionário
fundamentado pelo talento parasitário
orgíaco dos crespos tavares pachecos
graças m. pulidos v. tunhas gil barrretos
jornalistas economistas e economistas
mais economistas sábios de livros e falas
exactas consistentes como cacas ralas
científicas como prognósticos psicanalistas
confusas obscuras cujo principal papel
é tornar o mundo uma torre de babel
útil ao serviço dos senhores do novo templo
erguido sobre colunas dóricas ouro-moeda
(imunes a queda?)
paredes tectos cúpulas torres ouro-lingotes
estatuária de managers seus sacerdotes
talhada em ouro maciço 100 quilates
à entrada de filigrana fina para exemplo
crente devoto sob o pórtico monumental
implantados estão os gigantescos potes
onde os três pagos passos portas gaspar
(ostentatoriamente anti-'socrátes')
de forma provocatória e imoral 
epifaniam sem pestanejar despojos de Portugal.


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