INTERMITÊNCIA I

A BANHOS
Ao sol na hora da torreira
sobre a areia da Quarteira
turistas alfabetizados do país
profundo falam como juiz
conselheiro
do mundo inteiro
sobre políticas e futebois
como quem sorve caracóis
intermediados a imperiais
enquanto castos fios dentais
enfiados em rotundos rabos
vigiam os pequenos diabos
à solta ou em grupo as fiéis
esposas sorvem os papéis
côr-de-rosa com as intrigas
das lilis e dos lelés às brigas
com amores e silicones
mas notável são as posisiones
dos pares deitados uma aliança
perfeita ela de rabo ele de pança
alevantadas cujo mistério
é saber quem neste par gémeo
de panças e rabos rotundos
contém o melhor dos mundos.
sobre a areia da Quarteira
turistas alfabetizados do país
profundo falam como juiz
conselheiro
do mundo inteiro
sobre políticas e futebois
como quem sorve caracóis
intermediados a imperiais
enquanto castos fios dentais
enfiados em rotundos rabos
vigiam os pequenos diabos
à solta ou em grupo as fiéis
esposas sorvem os papéis
côr-de-rosa com as intrigas
das lilis e dos lelés às brigas
com amores e silicones
mas notável são as posisiones
dos pares deitados uma aliança
perfeita ela de rabo ele de pança
alevantadas cujo mistério
é saber quem neste par gémeo
de panças e rabos rotundos
contém o melhor dos mundos.
Etiquetas: crónica poética
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