Saturday, May 28, 2011

FELGUEIRINHA, FILHA DE FELGUEIRA.



A Felgueirinha, filla da manienta e manipuladora descarada presidente FFelgueiras de Felgueiras, subiu de posto e poder na RTP e imediatamente veio a público dar nas vistas imitando o piorio das manhas de MMGuedes.
À boa maneira do jornalismo à portuguesa, depois de uns dias a despachar serviço em conversa em directo para cá, postada frente aos edifícios, cenarizando o ambiente num faz de conta, onde se desenrolam os desenvolvimentos do caso, remetendo-se tão somente a dar conhecimento do que se diz por lá, besbilhotando e dando nota do que diz a imprensa local, resolveu fazer "trabalho" de sua autoria.
Enviada para NY para reportar a caso DSK, ante-ontem, depois de uns dias em bisbilhotice pelos artigos e comentários de colegas locais para recolher umas notas para a "opinião" nos directos, que como se nota, quando ouvimos, tal opinião enviada já havia cá chegado por diferentes fontes, a menina grande repórter, servindo-se da RTP, publicitou à grande e fartazana um documentário sobre o caso DSK.
Tratava-se de um documentário em vídeo, cuja montagem e comentários sobre as imagens ficcionadas e manipuladas, para condenar sem réstea de dúvida ou reserva jurídica o DSK como bandido violador de mulheres. Ainda a justiça americana vai no adro sobre o caso e já a menina felgueirinhas, e a RTP portuguesa conivente, com truques de imagens, montagem e locução a condizer, montou tribunal no espaço público e fez julgamento sumário, atropelando códdigos e leis de um país estrangeiro, que tal cabecinha doida desconhece nem quer perceber.
Herdeira de mentalidade maternal para quem a realidade é o que pensamos e queremos que seja, pensou a menina que vendo, por imagens, o tratamento ríspido da polícia americana para com DSK, este era indubitavelmente culpado e estava à partida condenado sem apelo nem agravo. Esqueceu-se de um pormenor que faz toda a diferença: o Tribunal é que julga e profere a sentença que pode corresponder ou não à rispidez usada pela polícia, contudo, só depois de apurar e analizar todos os factos e aspectos dos acontecimentos.
Como se começa a constatar o Tribunal americano é muito mais cuidadoso e lento a julgar e condenar do que a justiceira mediática Spidy Gonzalez felgueirinha.
Quando a SIC arrasta a entrada de MMG em acção por receio que a coisa não pegue (ou caso o PSD seja governo não haja assunto que justifique tal jornalismo), a espertinha felgueirinha antecipa-se e inaugura na RTP o jornalismo de cão. Enraivecido, vá-se lá saber porque preconceito!

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Saturday, May 21, 2011

O DEBATE BATE BATE BATE


Os escreventes e opinadores apoiantes explícitos de PPC que enxameiam os media, regressaram das cadeiras frente à TV para se sentarem e ocuparem, mais uma vez, as cadeiras da TV para, cheios de sorrisos de satisfação, voltar a falar novamente das grandes qualidades de PPC e desta vez como grande vitorioso do debate.
Contentes e felizes porque, desta vez, tinha resistido e não sido cilindrado pelo PM como nas outras vezes havia sido por todos os outros candidatos. Claro que não discutem os argumentos trocados e muito menos a validade ou, sobretudo, a bomdade das propostas avançadas. Evidente que PPC tinha neste debate a vantagem de usar da argumentação que todos os outros candidatos fazem a Sócrates sobre a governação.
PPC não fez mais que repetir tudo que JSousa, Portas e Louçã já repetiram até à náusea e repetem e repetem como cassete em repeat. Contra Socrates tinha esse alibí para disfarçar e meio de fugir ao debate sério sobre quetões de fundo acerca das reais intenções do PSD sobre medidas futuras. Refugiou-se nos argumentos gerais da oposição, à maneira das habituais coligações negativas na AR, para dar um ar de que tinha argumentos e ripostava sempre que a questão era incómoda e desmascarava o palavreado de subentendimentos que utiliza para não explicar as medidas concretas que quer aplicar ao país.
Depois de obrigar a calarem-se os seus próximos desbocados, que não se contém de soltar a língua caso a caso sobre as verdadeiras medidas pensadas mas não ditas, ou oficialmente emboscadas no programa de governo, tenta cavalgar as mesmas críticas da extrema esquerda para defender o programa mais à direita da vida do PSD.
Podem os seus escreventes e opinadores nos media sorrirem de contentes pelo facto de PPC não ter sido trucidado, como esperavam, porque utilizou os argumentos de toda a oposição e que eles próprios lhe indicam que faça: não explicar nada, não revelar nada, não adiantar nada, não propôr nada, repetir e repetir os outros e deixar que o tempo e as dificuldades da governação e da oposição façam o resto a seu favor.
Afinal ficaram contentes por nada à espera que o nada lhes dê tudo.

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Wednesday, May 11, 2011

O MEU GATO CATROGA

Tal como a entrevistadora Judite tem cara de pássaro, o economista comentador Gomes Fereira da sic tem cara de rato, o ex-ministro Ferreira do Amaral tem cara de porco, o Catroga tem cara de cão.
Contudo, contrariando a impressão que me sugere a cara de Catroga, há semanas tinha posto nome "catroga" a um gato pequeno que atiraram para dentro do quintal e miava, miava a pedir socorro de sobrevivência. O, já adoptado, gato "catroga" até é do mais esperto, amigo e respeitador da casa entre outros também atirados à sobrevivência nos lugares do campo habitados.

Com as constantes inépcias troca cartas, troca tintas e outras senilidades de arrasar qualquer inteligência normal, já sentia algo de mal-estar na consciência por ter diminuido o gato ao atribuir-lhe tal nomeação.
Agora, com o horror que me mereçe alguém que invoca o déspota racista industrial da morte Hitler para equiparar Sócrates, o eleito democráticamente duas vezes primeiro ministro do meu país onde não há ninguém perseguido ou preso por delito de opinião, raça ou religião, vou mesmo ter de mudar o nome ao gato. Este é um animal, que embora domesticado, mantém a nobreza de um felino que se defende e ataca frente a frente sem negar a sua natureza, que desconhece o que é lutar cobardemente.

Ao proclamar tal comparação, Catroga está a dizer-nos que o ódio que o invade, esse sim, já o enlouqueceu e, tal como Hitler, se para tal tivesse poder levaria ao forno os seus adversários plíticos.
Portanto vou mudar o nome ao meu gato: a sua nobreza animal está acima da pior baixeza humana.

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Saturday, May 07, 2011

DE PORTUGAL COM AMOR



À ATENÇÃO DA NÓKIA FINLÂNDIA

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Sunday, May 01, 2011

MENTIRA E VERDADE

ADÃO CONTREIRAS, SOMBRAS

Vendo o deboche intelectual do "eixo do mal" desta noite, quando ouvia aquele senhor que não sei o nome mas é aquele que costumava aparecer de vistosos fatos, gravatas e lenços na lapela à dandy e porque o avisaram que tal nobreza não condizia com a linguagem desbragada costumeira, agora aparece mais descompostamente composto à desportiva.

Este rufia costuma chamar, por tudo e por nada, mentiroso ao PM Sócrates. Já tinha reflectido sobre porque motivo este tipo de gente reles mas também políticos de elevada hierarquia partidária alinham neste método e usam a acusação de que o PM mente. Aliás, os reles usam-na como alunos aprendizes imitadores dos políticos politicamente menores e intelectualmente fracotes e mesquinhos.

Mas no conjunto toda esta gente estarola já proclama tão normalmente tal alarvidade porque também já adquiriu uma certa concicção de que é verdade o que falsamente afirmam. Por que constata-se como facto vivido e visto em directo, que o PM profere uma declaração-afirmação sobre determinado assunto evidente, como a sua declaração na TVI de que está aberto ao diálogo e ao entendimento, pois que nunca o país precisou tanto de entendimento entre as forças políticas. E o que vêm imediatamente dizer as reles gentes e reles políticos: que o PM está a mentir.

E porque afirmam que o PM mentiu? Porque o seu pensamento está amarrado à corrente pre-concebida e preconceituosa de que o PM diz o que diz mas pensa outra coisa. O PM é tido como alguém tão esperto-inteligente e tão rápido a pensar e julgar que, ao mesmo tempo que pensa-produz afirmações, já está a pensar no seu contrário.
O PM, ao fim e ao cabo, é tido como quase um deus ou semi-deus ou de origem divina com um pensamento que prevê o futuro, pois só assim se explica que para sua defesa pense uma coisa e discorra sobre o seu contrário em simultâneo.

Ora, como ninguém pode e vai acreditar que o PM tenha tais qualidades divinas de adivinhação e capacidades transcendentais de mentir sobre o seu próprio pensamento, é da mais trivial lógica, para qualquer pessoa normal, pensar que quem verdadeiramente mente é quem acusa. O acusador, por uma manobra de pura imaginação, intromete-se imagináriamente no pensamento do PM para ver e retirar dele (pensamento) uma contradição entre pensamento e transmissão desse pensamento.
A essa suposta contradição apelida de mentira. Contudo, como a contradição suposta pelo acusador é imaginária, a mentia é sua. Toda.

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