sábado, maio 21, 2011

O DEBATE BATE BATE BATE


Os escreventes e opinadores apoiantes explícitos de PPC que enxameiam os media, regressaram das cadeiras frente à TV para se sentarem e ocuparem, mais uma vez, as cadeiras da TV para, cheios de sorrisos de satisfação, voltar a falar novamente das grandes qualidades de PPC e desta vez como grande vitorioso do debate.
Contentes e felizes porque, desta vez, tinha resistido e não sido cilindrado pelo PM como nas outras vezes havia sido por todos os outros candidatos. Claro que não discutem os argumentos trocados e muito menos a validade ou, sobretudo, a bomdade das propostas avançadas. Evidente que PPC tinha neste debate a vantagem de usar da argumentação que todos os outros candidatos fazem a Sócrates sobre a governação.
PPC não fez mais que repetir tudo que JSousa, Portas e Louçã já repetiram até à náusea e repetem e repetem como cassete em repeat. Contra Socrates tinha esse alibí para disfarçar e meio de fugir ao debate sério sobre quetões de fundo acerca das reais intenções do PSD sobre medidas futuras. Refugiou-se nos argumentos gerais da oposição, à maneira das habituais coligações negativas na AR, para dar um ar de que tinha argumentos e ripostava sempre que a questão era incómoda e desmascarava o palavreado de subentendimentos que utiliza para não explicar as medidas concretas que quer aplicar ao país.
Depois de obrigar a calarem-se os seus próximos desbocados, que não se contém de soltar a língua caso a caso sobre as verdadeiras medidas pensadas mas não ditas, ou oficialmente emboscadas no programa de governo, tenta cavalgar as mesmas críticas da extrema esquerda para defender o programa mais à direita da vida do PSD.
Podem os seus escreventes e opinadores nos media sorrirem de contentes pelo facto de PPC não ter sido trucidado, como esperavam, porque utilizou os argumentos de toda a oposição e que eles próprios lhe indicam que faça: não explicar nada, não revelar nada, não adiantar nada, não propôr nada, repetir e repetir os outros e deixar que o tempo e as dificuldades da governação e da oposição façam o resto a seu favor.
Afinal ficaram contentes por nada à espera que o nada lhes dê tudo.

Etiquetas: , , ,

sábado, janeiro 22, 2011

REFLEXÃO EM DIA DO PRÓPRIO


Imaginem que, de repente, deixava de existir no nosso país actual, o seguinte:

- As auto-estradas, IPs e ICs
- Os novos hospitais distritais, Centros de Saúde, Maternidades, médicos de família.
- As novas Universidades públicas e privadas
- As centenas de novas Escolas espalhadas por Cidades, Vilas e Aldeias
- Os novos Estádios, Pavilhões e Parques desportivos com piscinas municipais
- As Redes de Energia Eléctrica, Águas e Saneamento Básico em todas as Aldeias e Lugares
- As novas Centrais Hidricas e as modernas Centrais Fotovoltaicas e Eólicas
- Laboratórios e Centros de Investigação científica
- O polo Industrial de Sines e o polo mulltiplo do Alqueva
- A entrada na UE e os abundantes fundos
- As trocas em Euros mas em Escudos
- As novas indústrias tecnológicas e computadores nos serviços e nas escolas
- A duplicação da riqueza nacional, produto interno bruto duplicado em 30 anos
- Os partidos e os sindicatos com os conflitos de ideologias

e os portugueses não teriam capacidade para ir a Badajoz comprar caramelos quanto mais passar férias em hotéis de luxo no estrangeiro, mas teriamos o Portugal sem dívidas, sem defícite, sem crise, longe do FMI, pelintra orgulhosamente, e sobretudo orgulho de todo saudosista Medina Carreira.

Etiquetas: , ,