quarta-feira, março 19, 2025

O JULGAMENTO DE SÓCRATES

 

Há gente que pensa e afirma não acreditar nos políticos posto que são todos corruptos e também mete no rol os jornalistas, rádio, tv, redes sociais etc.; praticamente todos menos os próprios e alguns amigos, talvez.
Bem, contudo, quando se trata de Sócrates nota-se imediatamente que beberam e acreditaram em tudo que o “cm” e seus escroques avençados jornaleiros maiores, o Dâmaso a Laranjo e aquele fulano aparentemente meio bronco que era diretor e agora é administrador inventaram, contaram e pintaram no dito tablóide; quando falam deste jornal apelidam-no de tablóide dedicado a crimes de faca e alguidar e mentiroso, e é realmente, mas que há bruxas há, porque depois acreditam piamente nas narrativas ficcionadas segundo os interesses das vendas de papel, ganhos e demais objetivos do patrão.
A tal ponto acreditam no tabloidismo do “cm” e demais imprensa em geral para-tabloidista que não precisam de provas, documentos comprovativos de prova, prova dos factos, nada, basta-lhes a notícia e as narrativas inventadas em conluio com a PGR. Lembro-me que o “cm” começou a contar a mentira Sócrates sob a capa de que tal indivíduo era um menino bem, rico, filho de pais e avós muito ricos, etc., e portanto mimado e habituado a gastos faustosos; eram os fatos, as camisas, as gravatas, os sapatos, tudo servia para tecerem crónicas diárias acerca dos gastos desmesurados a propósito para criar hostilidade do povo. Mais tarde inverteu a situação da narrativa quando se deu e apercebeu que a história de um PM muito rico não casava bem com um PM corrupto por todos os lados, Vila Moura, Angola, Venezuela, Colombia, Freeport, Magalhães, o Primo, o Amigo a Mulher, o rei D.Carlos, etc. etc., quilómetros aos milhões e dezenas de lugares e objetos de corrupção em todas as direções; uma "rosa dos ventos" tal qual como a cabeça dos procuradores.
Tudo metido em caixotes de toneladas de papel e palavreado de conversa fiada-falsa para encher e sugerir uma “complexidade” gigantesca e desse modo chegarem aos dez anos dez (10) anos dez e, agora querem, à pressa, julgar o que já fora julgado por juiz isento de contaminação com o processo. Donos e senhores do processo não cumpriram nenhum prazo legal apesar de terem prendido o suspeito quase um ano para investigar. Juízes fora do processo, isentos, disseram acerca dele que tal não continha um/avo de prova para acusação em tribunal. Ivo Rosa comprovou-o.   
Também no conceito de que nesta democracia são todos corruptos não cabe qualquer possibilidade de, igualmente, também serem corruptos, ou corrompidos, ou ideologicamente dirigidos, os senhores magistrados e juízes da dita democracia de corruptos. Pois, claro, a olho nu, à vista desarmada, perante os nossos olhos vê-se o tratamento desigual dos senhores magistrados face a uns e outros; a uns vai-se a correr montar arraial e espalhafatosamente fazer buscas a casa; culpa-se pelo espetáculo do ato em si, prende-se, e o escarcéu vilipendioso continua dias até ficar a marinar em lume brando; a outros fazem-se estudos para saber se o caso está na alçada da lei; depois, normalmente, em tempo de distração geral, dá-se o arquivamento sem cenário e em tom baixo; o caso submarinos foi exemplar.
Agora, é vê-los, todos engalanados nas tv a botarem opinião acerca de ética e moralidade perante a opinião pública e, especialmente perante o povo, quando este se apercebe, de saber e experiência feito, que há ligações claras, descaradas e mais que suficientemente duvidosas para possibilidade de corrupção.
Será uma necessidade para a Democracia ter de sacrificar, muitas vezes, os seus melhores quadros políticos, mais competentes, visionários do futuro, os que mudam as circunstâncias e algumas vezes o mundo. Sabemos da leitura da história e filosofia do pensamento que tal já aconteceu muitas vezes, contudo, sempre o juízo final dessas vidas truncadas pela reacção dos ignorantes foi, mais tarde, reconhecida como erro histórico grave e devidamente desagravada com homenagens póstumas que, embora muitas sejam fingidas, os herdeiros do dito reaccionarismo que engendrou o mal feito praticado na altura tentam, postumamente, emendar para continuarem de bem com suas consciências,até à próxima!

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sexta-feira, setembro 25, 2015


 
"SÓCRATES VÍTIMA DOS TRUQUES E DE UMA ESTRATÉGIA DO INVESTIGADOR"

Diz o Tribunal da Relação de Lisboa conforme excerto abaixo;

«É pena que entre nós não exista a cultura de que uma acusação será mais forte e robusta juridicamente e sobretudo mais confiante consoante se dê uma completa e verdadeira possibilidade ao arguido de se defender. Que não seja vítima dos truques e de uma estratégia do investigador. O mesmo se diga do conhecimento cabal dos factos e das provas que lhe são imputados em sede de investigação, não fazendo com que o segredo de justiça sirva de arma de arremesso ao serviço da ignorância e do desconhecido. As virtudes e as razões do segredo de justiça não podem ficar prisioneiros de uma estratégia que o transforme numa regra quando o legislador quis que fosse uma excepção.»


Também vítima dos truques manhosos de políticos dos mais variados campos ideológicos como;
- de jerónimo e louçã ao aliarem-se à direita mais direita de sempre para derrubarem o governo Sócrates, (diziam que; o derrube de Sócrates era o princípio da solução de todos os problemas do país).
- de cavaco que participou na intentona das "escutas a Belém" planeadas pelo jmf do "público" e a casa civil do presidente sonso, além de proferir discursos apelando à revolta e ao derrube do governo.
- das "assossiações" de majistrados e juizes que por revanchismo corporativo e bastante ambição política numa imaginada répública de juizes "viram" um "atentado" contra o Estado de Direito em conversas telefónicas feitas avulso entre amigos fazendo comentário de café sobre políticos e a actualidade política do momento.
- de forma geral por todos os círculos de gente parasitária do Estado enriquecida por meio de negócios obscuros que pululam nas empresas e especialmente nas empresas de informação e que se servem de Sócrates como bode expiatório. 

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terça-feira, junho 30, 2015

RESPOSTA DE SÓCRATES II


Em Democracia haver um preso político é transformar o Ministério Públio numa nova ePIDEmia.

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segunda-feira, abril 06, 2015

CONTRIBUTO PARA COMPREENDER A PRISÃO DE SÓCRATES


Diz-se que uma Mãe, na parada, quando o seu filho levava o passo trocado relativamente aos restantes soldados, entendeu e respondeu orgulhosa que o seu filho era o único que levava o passo certo.
Todos nos rimos disto porque somos, instintivamente levados a pensar o contrário sem darmos tempo ao raciocínio, contudo se mais alguns levassem o passo acertado pelo do filho daquela Mãe orgulhosa a dúvida sobre quem ia de passo certo instalar-se-ia, também instintiva e automaticamente.
E se imaginarmos que de repente e no mesmo instante todos trocassem o passo, o soldado porque olhando os outros resolvera trocar o seu passo e os outros todos porque olhando o passo do soldado, julgando-se errados, também tinham resolvido trocar o seu passo de marcha.
Agora, o soldado repusera a sua marcha no passo certo e os outros todos no passo errado; contudo será que a Mãe não diria orgulhosa, na mesma, que o seu filho era o único com o passo certo e nós não nos riríamos na mesma, novamente, dessa Mãe por considerarmos inadmissível que todos menos um vão de passo trocado.
Na realidade o filho soldado da Mãe orgulhosa acertara o passo e quem passara a marchar de passo trocado foram todos os outros e, por conseguinte, eram o soldado e sua Mãe os únicos acertados com os factos, com a realidade e com a razão.
Mas aos olhos e pensamentos dos de fora tanto o soldado como a Mãe continuam a merecer total  incompreensão e a chacota por fazerem figura de idiotas: não podem ter razão contra todos os outros sem excepção, porque; não se pode ter razão contra a corrente.

Aristides, polemarco no turno de comando em Maratona, devido à sua integral honestidade reconheceu maiores capacidades a Milcíades para comandar aquela batalha, cedeu o seu lugar a este.
A sua rectidão e honestidade deram-lhe fama de um carácter incorruptível alcunhado como "Aristides o Justo". Mais tarde, numa votação para o exílio de Aristides, proposto por Temístocles, um campónio analfabeto, sem saber quem ele era, pediu a Aristides que escrevesse o seu voto a favor da proposta de Temístocles. «Porque razão queres mandar Aristides para o exílio? fez-te algum mal?» perguntou Aristides. «Não me fez nada» respondeu o campónio «Mas já não aguento mais ouvir chamar-lhe o "Justo", estou mais que farto da sua justiça», respondeu o campónio analfabeto.
Aristides sorriu de tanto rancor, típico da mediocridade contra a inteligência, e inscreveu o voto contra si próprio no quadro das votações.
Depois de ter ouvido o veredicto da sua condenação disse simplesmente: «Atenienses, espero que não voltem a ter ocasião de se recordarem de mim».

Anos depois, também Péricles e Fídias, foram acusados por adversários políticos corruptos.
Depois foi o próprio Sócrates acusado e condenado à morte, também por corruptos adversários políticos, por corromper os jovens atenienses de boas famílias e de blasfémia contra os deuses gregos.
Mais tarde em Roma Ovídio é condenado ao exílio, Cicero ao exílio e depois assassinado e Séneca obrigado a cometer suicídio.
No apogeu do poder cristão Giordano Bruno foi condenado à fogueira e depois Galileu a abjurar os seus conhecimentos científicos perante o pensamento medíocre dominante.

Entre nós temos na época inicial das navegações e "Descobrimentos" o povo e toda a "arraia-miúda" numa condenação "por essa teima persistente dos monarcas em sacrificar dinheiro e gente à quimera das navegações", segundo Oliveira Martins que acrescenta que " A prudência de experiência feita, ronceira e fria, não acreditava no exito, depois de tantas tentativas falhadas".
O povo em surdina estava contra tais empreendimentos e era tão forte esse sentimento que até Camões, que duvidara também certamente, assinalou na pessoa do "Velho do Restelo" essas vozes de protesto.
A empresa dos "Descobrimentos" não foi desmantelada porque naquele tempo a vontade do Rei valia mais que a vontade do povo todo junto.

Temos também o caso Marquês de Pombal que governou com mão de ferro contra a corrupção do clero e da nobreza que arruinava o país e o destruía em proveito próprio, que tratando a governação despoticamente para limpar o país da podridão, tal como antes fizera D.João II, tentou por meio de muitas e profundas reformas mudar o país e as mentalidades pela educação e pelo exemplo das inovadoras obras e respectivas ciências modernas que conhecera lá fora como embaixador .
O facto de muitos anos depois lhe terem erigido a maior e imponente estátua em Lisboa não esconde da História o ostracismo de morte lenta e obscura a que, aqueles a quem tinha retirado os privilégios, o submeteram por instigação e manipulação da rainha louca.

Estes são apenas alguns dos casos historicamente mais conhecidos que, esmiuçada a história da infâmia do nascimento e percurso de cada nação existente, os casos de perseguição e injustiça contra os melhores que lutaram contra-corrente, promovidos e executados pelos medíocres, dariam para muitas páginas das suas histórias pátrias.  

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sábado, novembro 29, 2014

SÓCRATES



As cadeias não se fizeram para os ratos e os grandes homens, ou melhor, os Homens invulgares muito acima da vulgaridade e mediocridade reinante são invariavelmente rejeitados por, precisamente, constituírem uma anormalidade ainda desconhecida da normalidade dominante no tempo.
A grande massa do povo que vive agarrada á superfície dos trabalhos dos dias jamais pode perceber, no mesmo tempo, uma figura que fala, pensa e actua de forma diferente, com uma verdade complexa e incomum, com base em valores e éticas ainda não perceptíveis ao comum mortal.
Não compreende a grande massa do povo e as elites medíocres são broncos que também não estão à altura de compreender, e por tal se sentem ameaçadas nos seus postos de pequenos reis. E, evidentemente, reagem para extirpar do corpo da sociedade aqueles que anunciam novos valores e visões tomados como uma possível contaminação perigosa.
Sócrates é um desses tais Homens que vieram ao mundo prematuramente. E, precisamente por isso não nos devemos entristecer, perder ou desistir porque Sócrates sairá sempre vitorioso desta contenda entre o novo e o velho, entre o futuro e o passado.
Nenhum cavaco, vidal, alexandre ou rosário ficarão vencedores pese embora vençam este round.
Pela carta enviada há dias e agora com o telefonema para o expresso vê-se, claramente, que Sócrates não teme absolutamente nada do que lhe possa acontecer e sabe, certamente sabe, que a emboscada que lhe montaram não é para jogar a brincar e, inevitavelmente, dado que face à sua própria contestação taco a taco, não terão recuo e tornar-se-á inevitável calá-lo na cadeia.
A cadeia também se fez, quase sempre, para os Homens Grandes que não são ratos ou ratazanas com figura humana. Estes ficarão eternamente assinalados como ratazanas de sargeta enquanto Sócrates restará, mais tarde ou mais cedo, um Homem Histórico desta actualidade portuguesa.
Não é preciso chorar Sócrates, nem ele quer nem ele precisa.
 

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segunda-feira, junho 06, 2011

PRESENTE FORA DE CENA


O PS perdeu as eleiões com clareza e Sócrates saiu de cena. Saiu? Nem tanto.
Mesmo no momento de sair proferiu o melhor discurso jamais feito em Portugal para o efeito de despedir-se por derrota clara: agradecendo aos portugueses e, sem rancor ou ressentimento, afirmar que não teme e aguarda o julgamento da História, o juiz idoso e sábio que nunca falha.
Um exemplo de dignidade face à derrota que transforma os discursos de vitória de Cavaco em lixo repelente. Um discurso que, mesmo sobre o momento de uma derrota pesada, empolgou os derrotados coisa que Passos não conseguiu com os seus nesse momento e perante uma vitoria clara.
Mas, fundamentalmente, não saiu de cena porque daqui em diante toda e qualquer governação terá como referencial o governo de Sócrates. Mas, fundamentalmente, porque desde agora o que o novo PM disser e fizer será comparado com Sócrates. Mas, fundamentalmente, porque as idas ao Parlamento prestar contas aos deputados quinzenalmente e discussões aí travadas, terão como bitola a capacidade e qualidade de Sócrates. Mas, fundamentalmente e inevitavelmente, porque a partir de hoje as medidas do novo governo serão questionadas, escrutinadas e confrontadas com as medidas inovadoras do governo de Sócrates.
Qualquer nova governação em Portugal estará perante o confronto com a forma, firmeza, convicção, trabalho árduo, credibilidade na UE e mundo exterior, capacidade intelectual e de relacionamento para criar empatias com os chefes mundiais incluindo a sua tranquilidade e à vontade para fazer passar e vender os produtos portugueses, de que Sócrates deu concludentes provas.
E, sobretudo, os novos governos serão sempre confrontados, especialmente no mundo lá fora, com a postura e imposição inequívoca de Sòcrates, que ser portugues é ser igual a outra qualquer nacionalidade, que ser portugues tem a mesma dignidade que todos os outros povos, ricos ou pobres, e merece respeito identico que dá aos outros, sem pesos e medidas à medida de gloriosos passados ou grandezas actuais.
Esta pecha portuguesa de subserviência perante o estrangeiro é também um forte motivo de confrontação e aferição da qualidade e afirmação dos novos governos face ao entendimento e comportamento como encaram o estatuto de ser portugues e obtenção de respeitabilidade ao nosso povo como povo igual a todos outros.
Por todas estas razões não prevejo que Sócrates tenha saído de cena completamente. O fantasma da sua governação e da sua postura e acção política pairará permanentemente sobre os novos governantes. E se estes continuarem a apenas maldizer e culpar as políticas de Sócrates face a incapacidades pessoais e desaires governativos, então o povo fará a tal comparação entre o antes e depois e o fantasma Sócrates tomará corpo e realidade outra vez.

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domingo, maio 01, 2011

MENTIRA E VERDADE

ADÃO CONTREIRAS, SOMBRAS

Vendo o deboche intelectual do "eixo do mal" desta noite, quando ouvia aquele senhor que não sei o nome mas é aquele que costumava aparecer de vistosos fatos, gravatas e lenços na lapela à dandy e porque o avisaram que tal nobreza não condizia com a linguagem desbragada costumeira, agora aparece mais descompostamente composto à desportiva.

Este rufia costuma chamar, por tudo e por nada, mentiroso ao PM Sócrates. Já tinha reflectido sobre porque motivo este tipo de gente reles mas também políticos de elevada hierarquia partidária alinham neste método e usam a acusação de que o PM mente. Aliás, os reles usam-na como alunos aprendizes imitadores dos políticos politicamente menores e intelectualmente fracotes e mesquinhos.

Mas no conjunto toda esta gente estarola já proclama tão normalmente tal alarvidade porque também já adquiriu uma certa concicção de que é verdade o que falsamente afirmam. Por que constata-se como facto vivido e visto em directo, que o PM profere uma declaração-afirmação sobre determinado assunto evidente, como a sua declaração na TVI de que está aberto ao diálogo e ao entendimento, pois que nunca o país precisou tanto de entendimento entre as forças políticas. E o que vêm imediatamente dizer as reles gentes e reles políticos: que o PM está a mentir.

E porque afirmam que o PM mentiu? Porque o seu pensamento está amarrado à corrente pre-concebida e preconceituosa de que o PM diz o que diz mas pensa outra coisa. O PM é tido como alguém tão esperto-inteligente e tão rápido a pensar e julgar que, ao mesmo tempo que pensa-produz afirmações, já está a pensar no seu contrário.
O PM, ao fim e ao cabo, é tido como quase um deus ou semi-deus ou de origem divina com um pensamento que prevê o futuro, pois só assim se explica que para sua defesa pense uma coisa e discorra sobre o seu contrário em simultâneo.

Ora, como ninguém pode e vai acreditar que o PM tenha tais qualidades divinas de adivinhação e capacidades transcendentais de mentir sobre o seu próprio pensamento, é da mais trivial lógica, para qualquer pessoa normal, pensar que quem verdadeiramente mente é quem acusa. O acusador, por uma manobra de pura imaginação, intromete-se imagináriamente no pensamento do PM para ver e retirar dele (pensamento) uma contradição entre pensamento e transmissão desse pensamento.
A essa suposta contradição apelida de mentira. Contudo, como a contradição suposta pelo acusador é imaginária, a mentia é sua. Toda.

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